Porque isso é como um carro, podendo acelerar, parar, bater, ser trocado, financiado, pegar 15 km de trânsito quando se est? atrasado ou transitar, sem destino, de capota aberta por uma estrada com o sol brilhando ...
De 0 a 100
Lixomania
Mary
Katchoo
Leo
Sr. Banheiro
Trivial
Tosca 1
Tosca 2
Tosca 3
Edu
Fernando Ribeiro
Kibe Loco
Salve Ferris
Nabuco
Miss Blame
Kazi
Girl Jolie
Jedi
D.
Vanilla
DJ Tonyy
Hazel
Balde de Gelo
Ta da
Bar do Moe
Custer
Essencial
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Inagaki
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Te ligo
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Prostitutas Vietnamitas
Dan Zero
Poveza
Doutor Gori


Mensagem subliminar
Perdidas no estacionamento

Coisas de Mustang
Garagem
Kilometragem Passada



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terça-feira, novembro 26, 2002
 
Desconexos

Calvin: Gostaria de ter uma roupa de marca. Uma boa marca de roupa é indispensável hoje em dia. Ela transmite a seguinte mensagem: "minha identidade está tão ligada ao que consumo que eu pago ao fabricante para anunciar seus produtos".
Haroldo: Admite isso?
Calvin: Claro. É a forma mais moderna de expressar a individualidade.

Eu ainda estou com o módulo quadrinhos acionado. Aqui temos um diálogo que minha sócia postou lá no Corvette. Eu aproveitei e dei uma atualizada. Quem passar aqui podia ir também ... Eu adoro Calvin.


Família Doriana - 3 em 1



NBS e a Oi lançam hoje, 25, um filme inédito na propaganda brasileira, que utiliza um comercial de margarina protagonizado pelo casal Tarcísio Meira e Glória Menezes há 28 anos. O filme foi resgatado do arquivo da produtora Espiral e pinçado de um conjunto de filmes estrelados por nomes como Nuno Leal Maia e Raul Cortez. "É um formato inédito na propaganda brasileira. Fizemos uso de um comercial já pronto e contatamos os atores para dublarem a si mesmos", diz André Lima, diretor de criação da NBS. No filme em preto e branco, o casal toma café da manhã ao ar livre e comenta sobre a falta que o celular faz para o marido. No final, Tarcísio anuncia com seu sorriso de galã: "não saio de casa sem meu celular". Logo em seguida, entra a locução da Malu Mader: "Celular é coisa do passado. Tá na hora de você ter um Oi. Seviços inteligentes, aparelhos modernos, novidades surpreendentes". Fonte: Advertica

Vou ratificar o título para Família celular

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Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, a "G Magazine" fez uma enquete pela internet perguntando a seus leitores qual político eles gostariam de ver estrelando um ensaio sensual. O vencedor foi o governador eleito de Minas Gerais Aécio Neves (PSDB), 495 pessoas das 2.800 que votaram preferiram o mineiro. Em segundo lugar ficou Ciro Gomes, com 339 votos, seguido de Lula, com 321. Fernando Collor de Mello, em sexto lugar, recebeu 136 votos, 33 a mais que Enéas Carneiro. Antônio Carlos Magalhães obteve 17 votos, dois a menos que José Genoino. Acho que foi assim que o Enéas chegou lá. Se continuar assim, a G o aguarda ... ia ser legal. Talvez fosse melhor na G do que no planalto.

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As agências de publicidade Pejota e Agnelo Pacheco ficaram de fora da concorrência da BR Distribuidora porque teriam se esquecido de enviar, junto com a documentação exigida, a declaração de que não usam mão-de-obra infantil. A conta da BR é de R$ 82 milhões.

Acho que eles vão se associar ao Klein e passar a odiar crianças ... a vão ... e a Nike fazendo história.

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Eu dedico este quadrinho a algumas poucas pessoas que me ouviram muito, e pacientemente todos esses dias. Obrigada pessoas.



Olha o que eu ganhei! Obrigada! ... Esse pode, afinal, gastou-se R$35.000,00 só em pintura.



Mensagem subliminar ...






segunda-feira, novembro 25, 2002
 
Afinidade

A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos.
O mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.
Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real.
Do subjetivo sobre o objetivo.
Do permanente sobre o passageiro.
Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar.
Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam.
É ficar conversando sem trocar palavra.
É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com.
Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado.
Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo.
É olhar e perceber.
É mais calar do que falar.
Ou quando é falar, jamais explicar, apenas afirmar.
Afinidade é jamais sentir por.
Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo.
Mas quem sente com, avalia sem se contaminar.
Compreende sem ocupar o lugar do outro.
Aceita para poder questionar.
Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Só entra em relação rica e saudável com o outro, quem aceita para poder questionar.
Não sei se sou claro: quem aceita para poder questionar, não nega ao outro a possibilidade de ser o que é, como é, da maneira que é.
E, aceitando-o, aí sim, pode questionar, até duramente, se for o caso.
Isso é afinidade.
Mas o habitual é vermos alguém questionar porque não aceita o outro como ele é.
Por isso, aliás, questiona.
Questionamento de afins, eis a (in)fluência.
Questionamento de não afins, eis a guerra.
A afinidade não precisa do amor. Pode existir com ou sem ele.
Independente dele. A quilômetros de distância.
Na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar.
Há afinidade por pessoas a quem apenas vemos passar, por vizinhos com quem nunca falamos e de quem nada sabemos.
Há afinidade com pessoas de outros continentes a quem nunca vemos, veremos ou falaremos.
Quem pode afirmar que, durante o sono, fluidos nossos não saem para buscar sintomas com pessoas distantes, com amigos a quem não vemos, com amores latentes, com irmãos do não vivido?
A afinidade é singular, discreta e independente, porque não precisa do tempo para existir.
Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu o vínculo da afinidade!
No dia em que a vir de novo, você vai prosseguir a relação exatamente do ponto em que parou.
Afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas nem pelas pessoas que as tem.
Por prescindir do tempo e ser a ele superior, a afinidade vence a morte, porque cada um de nós traz afinidades ancestrais com a experiência da espécie no inconsciente.
Ela se prolonga nas células dos que nascem de nós, para encontrar sintonias futuras nas quais estaremos presentes.
Sensível é a afinidade.
É exigente, apenas de que as pessoas evoluam parecido.
Que a erosão, amadurecimento ou aperfeiçoamento sejam do mesmo grau,
Porque o que define a afinidade é a sua existência também depois.
Aquele ou aquela de quem você foi tão amigo ou amado, e anos depois encontra com saudade ou alegria, mas percebe que não vai conseguir restituir o clima afetivo de antes, é alguém com quem a afinidade foi temporária.
E afinidade real não é temporária. É supratemporal.
Nada mais doloroso que contemplar afinidade morta, ou a ilusão de que as vivências daquela época eram afinidade.
A pessoa mudou, transformou-se por outros meios.
A vida passou por ela e fez tempestades, chuvas, plantios de resultado diverso.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças, é conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas, quantos das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou, sem lamentar o tempo da separação.
Porque tempo e separação nunca existiram.
Foram apenas a oportunidade dada (tirada) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar.
E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais, a expressão do outro sob a forma ampliada e refletida do eu individual aprimorado.

(Arthur da Távola)




quinta-feira, novembro 21, 2002
 
Em busca de Otários

O psiquiatra Roberto Shinyashiki já vendeu 4,5 milhões de livros de auto-ajuda e é um dos mais bem-sucedidos palestrantes do mundo corportativo brasileiro. Ele fez palestras para soldados da PM. Vários choraram. Ele consegue tal façanha proferindo frases como:

- Sucesso é quando as crianças sorriem para você e os cachorros abanam o rabo quando você chega.

A revista Harvard Business Review, publicou em Outubro de 97, uma matéria que discrimina o que podemos considerar relevante em administração nos últimos 75 anos. O critério foi identificar o que eles chamam de idéias, livros e artigos-chave. Em 75 anos, não há mais que nove idéias, 14 livros e 15 artigos-chave indentificados pela revista mais antiga, tradcional e conceituada em management.

Daniel Goleman, aquele da Inteligência Emocional, figura desde 1996 entre os mais vendidos, mostrando a fórmula para o sucesso na vida repousa numa combinação bem temperada de pensamento racional agudo com controle e autoconhecimento emocionais. Em suma, diz que é nas emoções que está o fator prepoderante. Já deparei com umas 6 versões de inteligência emocional ...

Eu acho que já falei sobre isso antes, mas me deu vontade de falar de novo. Sabe-se lá porque.

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Sabe como se diz pirulito em espanhol? Chupa Chups, que hoje também é o pirulito mais consumido no mundo inteiro. Para evitar o problema da Xerox, (Gillette, Maizena, Modess), que virou sinônimo de fotocópia, eles contrataram lingüistas da Universidade de Barcelona para ajudá-los a criar uma palavra que signifique 'pirulito' em
espanhol. É ... cultura inútil mesmo.



terça-feira, novembro 19, 2002
 


É o seguinte, eu tô chatinha (ouvi mto isso essa semana). E tô mesmo. Meio reflexiva por demais com a vida. Acho que algum momento transitório e tal, mas o fato é que eu reconheço estar chatinha. Esse chatinha pode comprender milhares de interpretações, principalmente das pessoas que convivem comigo e a maioria delas não sabem o que se passa, esse tal momento transitório e isso é meio difícil pra todo mundo, porque eu sou expansiva por demais e falo pelos cotovelos, mas eu não tô falando muito ultimamente. Fico aqui, eu e meus botões, minhas músicas e as poucas pessoas que eu escolho para dissertar sobre a vida. Vai passar, I hope.



O pior, acho que é isso ... tão difícil ... quase impossível. Eu prometo não voltar por aqui enquanto não tiver alguma notícia bizarra pra comentar ou qualquer outra coisa que não meus devaneios. As provas também tem que acabar. Ou o que vier primeiro. Enquanto isso, tem esse post aqui da Amelie Blame que faz parte das série daqueles posts que eu gostaria de ter escrito (li isso em algum lugar, blog com certeza).




quinta-feira, novembro 14, 2002
 
Call 911



Eu sempre me achei auto-suficiente para resolver meus problemas mas tô começando a considerar a ajuda de terceiros ultimamente. Ninguém gosta muito de ouvir os problemas alheios, só as pessoas que são pagas pra isso, ou amigos verdadeiros. Mas ainda acho que essas pessoas que são pagas pra isso (ou voluntários em um caso como CVV), devem ter alguma pré-concepção sobre alguns assuntos como "Xi, já vi essa cena antes ...". E eu sempre acho que tudo deve ser repensado como se fosse algo absurdamente novo ... sempre.

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Vamos brincar de amigo secreto? Informações aqui

E bom final de semana a todos (com direito a feriado e tudo!)




segunda-feira, novembro 11, 2002
 
Desconexos

A participação da cachaça no Salão de Alimentos (Sial 2002) - a maior feira de alimentação do mundo, que este ano aconteceu em Paris - superou as expectativas dos produtores brasileiros. Segundo O Programa Brasileiro de Desenvolvimento da Cachaça (PBDAC), o número de negócios - que ainda estão sendo fechados - feitos pelas empresas produtoras na França foi maior que o esperado. De acordo com o PBDAC, o mercado interno de cachaça fatura hoje em torno de 1 bilhão de reais. As exportações chegam a cerca de 9 milhões de dólares. No ano passado, foi produzido 1,3 bilhão de litros da bebida, dos quais 11,1 milhões foram exportados (a Europa é o maior comprador e a Alemanha é o destino de cerca de um terço do volume exportado). A estimativa atual é que existam mais de 5 marcas de cachaça e 30 mil produtores em todo país. - Fonte: Portal Exame

Eu não sei se fico feliz pelos dados de exportação, ou se fico triste, pois indiretamente, isso deve significar que as pessoas estão bebendo mais. Eu tomei um porre no sábado. Não foi um porre homérico. Digamos que eu estava ali e aquela garrafa de vinho barato estava do outro lado da mesa, reluzindo. Eu bebi pq precisava, pq talvez eu fosse me sentir melhor. Acho que algumas pessoas bebem para passar a imagem de serem cool em determinadas ocasiões onde o que impera não é o suco de morango. Outras para esquecerem. Algumas outras para desinibirem-se e outras pq simplemente gostam de beber. Ultimamente tenho tido outra visão sobre o assunto. Alguns amigos dizendo que eu sou idiota por não experimentar ecstasy, outros simplesmente assumindo a postura de repensar na possiblidade de ingressar no AA. E o mais engraçado foi que eu pensei nisso como nunca no último gole. Que conclusão eu cheguei? Que algumas pessoas muito próximas a mim precisam de ajuda. E indiretamente, eu serei ajudada.

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Alugmas coisas sobre computador que sempre soubemos, mas ninguém teve coragem de nos contar *

Muito computador deixa usuários com sono - Um estudo feito por pesquisadores japoneses - e publicado na edição de outubro do Jornal Americano da Indústria da Medicina - revelou que as pessoas que trabalham muito tempo em frente a um computador apresentam maiores problemas de cansaço físico e mental, e também mais sono. Os profissionais que passam mais de cinco horas por dias colados na tela de seus computadores, diz o estudo, são os que mais se queixam de letargia, ansiedade e da "síndrome da relutância de ir trabalhar", e também de fadiga e dificuldades para dormir.

Web lenta é mais excitante, dizem psicólogos - Os usuários de internet são mais ativos na navegação quando as páginas demoram mais para carregar do que com o uso da banda larga. Por mais ativos, dizem os organizadores do estudo que fez esta descoberta, considere maior emoção e ansiedade para ver o que vai aparecer na tela. Sabe o que eles descobriram? No caso de imagens pornográficas, os usuários ficaram muito mais excitados quando a imagem demorou a aparecer do que quando a foto abriu logo de cara. No entanto, os sensores podem medir apenas a intensidade, mas não a natureza ou o tipo da emoção sentida. Os pesquisadores acham que esta excitação maior se deve à antecipação, ou frustração, com a velocidade da navegação. O estudo diz também que os usuários da internet lenta visitaram mais links e sites do que o pessoal que navegou em banda larga.

* Tá ... que desconfiávamos ...

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Desculpem a falta de atualizações, desculpem a falta de visitas em blogs ... tempo, sabe aquele? Pois é ...

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"... Vivemos numa sociedade que reverencia a velocidade - o reinado do tempo real -, o efêmero tecnológico, o corpo (as modelos são chamadas a dar opiniões sobre qualquer coisa), o desempenho, o sucesso individual, a moda. O valor das pessoas está muito mais no ter e, principalmente, no aparentar do que no ser. Nada disso foi criado agora. São atitudes que acompanham a humanidade: o filho apaixonado que mata o pai aparece desde a Grécia antiga (daí surgiu o tal "decifra-me ou devoro-te"). Mas, certamente, o culto do desempenho, da aparência e do consumo está mais extremado numa sociedade que parece ter extirpado as utopias, trocando-as pelo narcisismo coletivo ..." - Gilberto Dimenstein, sobre aquela menina que matou os pais.

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Eu fui assaltada nesse final de semana. As frases iniciais que variavam entre "Eu vou estourar seus miolos" e "Passa toda a grana e deixa o carro" transformaram-se em um empréstimo onde a última frase foi algo como: "Esse é meu cartão. Me ligue, eu acerto no dia 20, quando recebo".




quinta-feira, novembro 07, 2002
 
A Rimmel está sendo investigada pela “Advertising Standards Authority” acusada de veicular um anúncio enganoso para o produto “Exaggerate Full Volume and Curl Mascara”, no qual a modelo Kate Moss usaria cílios falsos. A associação recebeu reclamações de que o visual da modelo não é natural e acusam a empresa de cosméticos de acrescentar digitalmente cílios na foto. A empresa admite que “três ou quatro” cílios foram acrescentados a imagem para preencher algumas lacunas e para ressaltar os olhos da modelo. Mas eles declaram que o anúncio “mostra um visual que pode ser atingido pelo consumidor comum”. A ASA decidiu em favor da Rimmel, afirmando que a empresa não teve a intenção de enganar o público com a campanha. A notícia veio daqui

Eu tô cansada de ver gente transformada por photoshop. Eu tô cansada de saber que nem tudo o que é visto, é necessariamente confiável. Que puta falta do que fazer desses caras, esse ASA. Que puta falta do que postar.

Isso aqui em baixo é só pra constar que eu gosto mto desses caras.








terça-feira, novembro 05, 2002
 
This is the End



Rosa Bela Ohanian, de 89 anos - Viúva, sem filhos, até oito meses atrás ela morava sozinha num casarão em Copacabana. Foi colocada na instituição pelos sobrinhos. Nasceu em Nova York, morou na Dinamarca, foi funcionária diplomática em Washington. Canta e toca piano. Sente falta de novidades e conversas. Emerge apenas de tempos em tempos do quarto e da melancolia. Então canta.



Sandra Carvalho, de 80 anos - Ela descobriu-se só, entre as sobras do lar que perdeu, a saudade do marido que partiu oito meses atrás e as fotografias da família. Foi colocada na casa pelo filho com melhor situação econômica. Queria viver com ele nos Estados Unidos. Não dá. Sandra diz que se apagou.

A jornalista Eliane Brum conquista o XXIV Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos com a reportagem "A subversão da velhice", publicada na edição 188 da Revista Época - Sobre a reportagem, aqui

Eu não sei, mas tenho pensado tanto nisso ultimamente ...


segunda-feira, novembro 04, 2002
 
Querido diário

Esse final de semana foi bem especial. Especial em todos os sentidos. Teve pizza com blogs que andam, conheci uma amiga, fui ao teatro e ganhei um presente. Eu vou começar falando do presente, onde uma coisa, vai necessariamente, puxando a outra.

Eu ganhei um livro. E eu adorei o livro. A princípio, a intenção em ler um livro surgiu de uma frase trocada pelo ICQ e que de certa forma ligaram o Tico e o Teco por aqui. Daí ela disse que viria a SP. Daí eu fui me encontrar com ela e logo em seguida, ele, que também estava igualmente ansioso por encontrá-la, juntou-se a nós. Fomos ao teatro, graças a ela. Eu quero expressar aqui o quanto foi legal a minha noite de sexta-feira e o quanto foi bom conhecê-la e ainda, o quanto já a considero minha amiga. Amiga de falar, de escutar, de chorar, de ouvir e acima de tudo, de aprender. Isso tudo pode ser mais legal, pq ele, que também é igualmente importante pra mim, estava junto.

A transformação da Intimidade - Esse é o nome do livro é algo como sexualidade e amor, nas sociedas modernas. É escrito por um sociólogo, não um sexólogo ou psicólogo ou ainda outro tipo de profissional que tende a pretensão de entender os 'achismos' humanos. É algo sobre cultura e sociedade. E eu adorei mesmo. O melhor é que tem dedicatória e tudo. E anotações e tudo, uma vez que trata-se de um exemplar de coleção própria. Fica mais fácil assim. Obrigada, obrigada mesmo.

No sábado teve um encontro com um monte de blogs que andam em uma pizzaria. Eu fiz questão de ir com a mesma blusa nada discreta (não no sentido de cortes e aberturas) que eu usei na Trash, quando conheci pela primeira vez, um monte deles (prometo que lavo a blusa na próxima). Olha só, eu nem vou dizer o que aconteceu por lá. Todo mundo que foi está falando. Se alguém quiser saber como foi, clique aqui, que tem até um esboço meu. Com a tal blusa e tudo. Mas o mais engraçado, é que em uma pizza e outra, eu fiz um retrocesso de tudo o que eu passei, desde maio até sábado, e tudo o que eu havia lido nos respectivos, e que me fizeram estar ali. E tudo que indiretamente, eu havia aprendido com cada um. Obrigada!





sexta-feira, novembro 01, 2002
 
Snapshot



Que fique registrado aqui que eu acho algo importantíssimo guardar a foto de alguém na carteira. Tá é brega, mas quem liga? É uma forma de oficializar algo. É alguém que é importante, foi importante, ou simplesmente alguém de quem sentimos saudades. Já vi cenas de diferentes tipos de pessoas em diferentes situações empenhares suas carteiras e começarem a dissertar sobre as respectivas figuras perdidas entre uma nota e outra. Eu não consigo lembrar-me de nenhuma. O que aconteceu é que eu recebo essas tirinhas do Garfield todo o dia por e-mail e essa me fez lembrar de um monte de gente que eu já carreguei na carteira. Hoje em dia, tem 2 pessoas. Que eu não vou tirar por nada da carteira, aconteça o que acontecer. E é isso. E bom final de semana a todos.

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Halloween

A festa era chamada de Samhain, que significa fim do outono. Nasceu com uma lenda dos druidas, sacerdotes dos celtas, povo que habitava a Inglaterra por volta do ano 200 a.C. Na noite de 31 de outubro, segundo eles, todas as bruxas, demônios e espíritos dos mortos se reúnem para uma grande festa. O medo que a comemoração causava foi sendo esquecido e ela se transformou numa grande folia para a garotada. Nos Estados Unidos, ela é chamada de Halloween, adaptação da frase celta all hallow eze, que quer dizer "noite de todos os santos". Vestindo fantasias, as crianças batem de porta em porta e dizem Tricks or Treats (Travessuras ou Gostosuras). Nos últimos anos, a festa vem se popularizando também no Brasil.

Ah ... eu já ia me esquecendo de colocar isso aqui. A cultura do halloween propagada aos 4 ventos pelas escolas de inglês. Travessuras, por favor.